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Composição

Por dose diária (2 cápsulas) %VRN*
Extrato seco de Pinus massoniana(casca) 150 mg nd**
Vitamina C 160 mg 200%
Zinco 20 mg 200%

*VRN: Valor de Referência do Nutriente
**n.d.: Não definido

Apresentação

Venogenol é um suplemento alimentar que combina Extrato seco de Pinus Massoniana, Vitamina C e Zinco.

A diversidade de compostos na composição do extrato da casca do pinheiro “Pinus Massoniana, nomeadamente, bioflavonoides e as proantocianidinas oligoméricas, contribuem para o seu elevado potencial terapêutico enquanto antioxidante, anti-inflamatório, anti-trombótico e vasodilatador.

Os antioxidantes são responsáveis pela regulação e diminuição da produção de radicais livres, que são produzidos pelas células corporais no metabolismo celular, com agravamento em situações de stresse. Compostos com elevadas propriedades antioxidantes, contribuem para o fortalecimento do sistema imunitário, potenciando a acção antioxidante de outras células e na captação dos dos radicais livres, retardando o envelhecimento precoce, favorecendo a fluidez do sangue e a vasodilatação.

A Vitamina C, possui também propriedades antioxidantes (que vão ser potenciadas pelo Pinus Massoniana), responsáveis pela regulação e diminuição dos radicais livres. Favorece a produção de anti-corpos, potenciando funcionamento do sistema imunitário. Contribuí para a síntese dos composto do tecido conjuntivo (colagénio e sulfato de condroitina). Intervém na regulação do humor.

O zinco (mineral que o corpo não produz), possui também propriedades antioxidantes (que vão ser potenciadas pelo Pinus Massoniana), responsáveis pela regulação e diminuição dos radicais livres. Porém, a sua intervenção na atividade enzimática do organismo, contribui para a eficácia dos efeitos anti-inflamatórios, anti-trombóticos e vasodilatadores.

Benefícios

Venogenol combina de forma sinérgica Extrato seco de Pinus Massoniana, Vitamina C e Zinco que contribuem para:

  • proteção das células contra as oxidações indesejáveis;
  • normal funcionamento do sistema imunitário;
  • normal formação de colagénio para funcionamento normal dos vasos sanguíneos;
  • normal formação de colagénio para funcionamento normal da pele;
  • normal formação de colagénio para funcionamento normal das cartilagens;
  • síntese normal das proteínas;
  • o normal metabolismo ácido-base;

Evidência Empírica

De acordo com a Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular1, a doença venosa crónica apresenta elevada prevalência, afetando cerca de 35% da população portuguesa adulta, sendo as mulheres com idade superior a 30 anos, as mais afetadas (60%).

A idade e o género são os factores de risco mais comuns. No entanto, história familiar e antecedentes pessoais de obesidade, gravidez, toma de anticoncepcionais orais, estão relacionados com o risco do desenvolvimento da doença e o agravamento da mesma, assim como, os estilos de vida: sedentarismo, tabagismo e alimentação inadequada.

Os sintomas iniciais de doença venosa crónica são sensação de pernas cansadas e pesadas, dor, prurido, edema e parestesias dos membros inferiores (pernas, tornozelos e pés), assim como, cãibras noturnas, sintomas com agravamento ao longo do dia ou após exposição ao calor. Porém, o caracter evolutivo desta doença, caracteriza-se por um quadro de aparecimento de telangiectasias (derrames) e varizes. Numa fase avançada da doença pode-se observar também alterações da pele (coloração, textura), que podem resultar em ulceras venosas, infeções da pele, tromboflebites, hemorragias, entre outros.

É assim, primordial a prevenção e o diagnóstico precoce, de forma a tratar. A abordagem de tratamento pode ser mais ou menos conservadora, dependendo da sintomatologia, nomeadamente, toma de medicação preventiva ou crónica, uso de meias compressivas, assim como, tratamentos invasivos, como a escleroterapia.

Estudos2 demonstram que Pinus massoniana contribui para o controlo nas seguintes situações: doença venosa crónica, quadros trombóticos, quadros hemorroidais, diabetes, hipertensão arterial.


1Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular. Campanha de sensibilização e Promoção da Saúde- “Alerta Doença Venosa. Disponível na internet: http://spacv.org.
2Ying-Ya, Jiao Feng, Xiao-Lu Zhang and Ying-Yu Cui. Physiology and Toxicology of Pine Bark Extracts. Journal of Pharmacology and Experimental Therapeutics. [Em linha]. April 1, 2015, 353 (1) 9-16; DOI: https://doi.org/10.1124/jpet.114.220277. Disponível na internet:http://jpet.aspetjournals.org/content/353/1/9.long.

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